DISCÓBOL

ANTÓNIO JORGE

Alfacinha, capricorniano de nascimento e benfiquista por convicção. Diz que a melhor forma de conhecer a verdadeira Lisboa continua a ser o popular 28 da Carris. Homem da Rádio desde que se lembra e mais tarde da Televisão, sente-se cada vez mais seduzido pelas palavras e pelos livros. A fotografia é também uma paixão de sempre, tal como a música – particularmente a portuguesa.

Lema de vida: partilhar é preciso, mas comunicar é essencial.

DISCO #1

Nascido em terra de dinossauros, Diogo Picão é um jovem promissor autor de canções, como deliciosamente descobrimos no álbum estreia “Cidade Saloia” – um disco cheio de sonoridades de aquém e de além que fundem de forma reveladora, o frenesim da cidade e a serena melancolia da aldeia.

Diogo Picão nasceu na Lourinhã. Começou por estudar música em Torres Vedras, mais tarde no Porto, mas foi durante as suas viagens pela América Latina que encheu a mochila de influências musicais e culturais. Atualmente vive em lisboa e foi aqui que piscou o olho a uma série de músicos internacionais, residentes ou em trânsito na capital alfacinha – cidade turisticamente em alta. Diz o jovem músico lourinhanense que este disco não é mais do que o resultado da vivência dessa alargada família.

“Cidade Saloia” está aí para ser desvendado canção a canção. Está lá toda a musicalidade de Diogo Picão – que desde muito cedo se diverte com o significado das palavras – mas também lá está um excelente leque de convidados; entre os quais Salvador Sobral. Sim, esse mesmo.

Diz Diogo Picão que gostava muito que as pessoas tivessem tanto prazer a ouvir estas suas canções como o que sentiu a escrevê-las e a gravá-las.

Fica a proposta.

OIÇA TAMBÉM

ivo-soares.jpg
sapoMag.jpeg
maro_cantora58392fe2_base.png

© 2019 PAJU. Todos os direitos reservados.

Site optimizado para as versões do Internet Explorer iguais ou superiores a 9, Google Chrome e Firefox

  • Facebook Social Icon
  • YouTube Social  Icon