DISCÓBOL

ANTÓNIO JORGE

Alfacinha, capricorniano de nascimento e benfiquista por convicção. Diz que a melhor forma de conhecer a verdadeira Lisboa continua a ser o popular 28 da Carris. Homem da Rádio desde que se lembra e mais tarde da Televisão, sente-se cada vez mais seduzido pelas palavras e pelos livros. A fotografia é também uma paixão de sempre, tal como a música – particularmente a portuguesa.

Lema de vida: partilhar é preciso, mas comunicar é essencial.

DISCO #8

Ouvimos “Panoramix”, o álbum dos Madrepaz e uma das primeiras sensações é de que, a música portuguesa está de boa saúde e recomenda-se. “Bonanza”, a primeira faixa, convida-nos a fechar os olhos, respirar fundo e, viajar através dos competentíssimos e surpreendestes 11 temas. O nome do druida remete para um conceito de beleza que a banda procura “impor” em tudo o que faz. 

Panoramix foi gravado em Lisboa, mas nasceu e fez-se maduro no Ribatejo – “a nossa ligação é com a terra, nós precisamos desse espaço e de nos retirar da cidade para compor e para nos ligar uns aos outros” e, talvez a fértil lezíria ribatejana tenha tirado deles o melhor. Mas também lá estão outros; como os Heróis do Mar, o José Cid e os 1111, o Rodrigo Leão, os Beatles, a pop britânica e os dois lados da américa.

Mas acima de tudo, em Panoramix está um quarteto fantástico com identidade própria que se revela e nos revela uma pop xamânica cheia de luz.

Está feito o convite:

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